Recorda desde a divina matriz o real propósito a que vens AQUI e pelo qual AGORA te manifestas!

Enquanto um diz: Namastê, te saúdo e te reconheço como a sagrada divindade. Em outro lugar, o outro pulsa: In lake´sh, eu sou o outro em você a serviço planetário da compreensão, da aceitação, da cura, da libertação e da realização.

Aquele que tudo vê, nos inspira e responde: "Com visão e esperança danço e canto para o coração divino." Acredito que assim nasce o puro, verdadeiro e divino AMOR, nossa responsabilidade básica.

Aqui e agora é tudo que existe de ETERNO. Respiro e sinto o que simplesmente É e dentro dessa Eternidade, a lembrança IMORTAL: SOMOS UM na Divina Presença.

Seja uno com cada ser-elemento manifesto e a gratidão lhe conecta na fonte de amor e alegria infinita, paz e compaixão infinita, paciência e tolerância infinita.

No espelho do ser, o reflexo D´eus. A união do Todo se traduz num som... OM... AMEM... silêncio!

OM TAT SAT OM...


domingo, 21 de novembro de 2010

O Amor é a Lei de Deus


NO PRINCÍPIO, HAVIA DEUS.

E NO MEIO, O HOMEM:

NO FIM, O UNIVERSO, PARA INTERAGIR ETERNAMENTE

COM O HOMEM E LEMBRÁ-LO DE QUE DEUS EXISTE.
 


O amor é a Lei de Deus. Viveis para que aprendais a amar. Amais para que aprendais a viver. Nenhuma outra lição é exigida do homem.

E que é amar, senão aquele que ama absorver o amado de modo que os dois sejam um?

A quem ou a o quê devemos amar? Podemos escolher certa folha da Árvore da Vida e despejar sobre ela todo o nosso coração? E o ramo que produziu essa folha? E a haste que sustenta esse ramo? E a casca que protege essa haste? E as raízes que alimentam a casca, os ramos e as folhas? E o solo que envolve as raízes? E o sol, o mar e o ar que fertilizam o solo?

Se uma pequena folha merece vosso amor, quanto mais o merecerá a árvore toda! O amor que corta uma fração do todo antecipadamente se condena ao sofrimento.

Direis: "Mas há muitas e muitas folhas em uma única árvore: umas são sadias, outras são doentes; umas são velhas, outras, feias; algumas são gigantes, outras são anãs. Como poderemos deixar de escolher?"

E dir-vos-ei: da palidez do doente provém a vitalidade do sadio. E dir-vos-ei ainda mais, que a fealdade é a paleta, a tinta e o pincel da beleza; e que o anão não seria anão se não tivesse dado parte de sua estatura ao gigante.

Vós sois a árvore da vida. Cuidado para não dividirdes a vós mesmos! Não ponhais um fruto contra outro fruto, uma folha contra outra folha, um ramo contra outro ramo; nem ponhais o ramo contra as raízes, ou a árvore contra a Terra-Mãe; É exatamente isso que fazeis quando amais uma parte mais do que o restante, ou com exclusão do restante.

Vós sois a árvore da vida. Vossas raízes estão em toda a parte. Vossos ramos e folhas estão em toda a parte. Vossas frutos estão em todas as bocas. Sejam quais forem os frutos dessa árvore; sejam quais forem seus ramos e folhas; sejam quais forem suas raízes, serão vossos frutos; serão vossas folhas e ramos; serão vossas raízes. Se quiserdes que a árvore de frutos doces e aromáticos, se a desejardes sempre forte e verde, cuidai da seiva com que alimentais suas raízes.

O Amor é a seiva da vida. O ódio é o pus da morte. Mas o Amor, tal como o sangue, precisa não encontrar obstáculos para circular nas veias.

Reprimi o movimento do sangue, e ele se tornará uma ameaça, uma praga. E que é o ódio senão Amor reprimido ou Amor retido, tornando-se um veneno tanto para quem alimenta como para o alimentado, tanto para quem odeia como para quem é odiado?

Uma folha amarela em vossa árvore da vida é somente uma folha à qual faltou Amor. Não culpeis a folha amarela.

Um ramo ressequido é somente um ramo faminto de Amor. Não culpeis o ramo ressequido.

Uma fruta podre é somente uma fruta que foi amamentada com ódio. Não culpeis a fruta podre. Culpai antes vosso coração cego e egoísta que repartiu a seiva da vida a uns poucos e negou-a a muitos, negando-a assim a si próprio.

Não há outro amor possível senão o amor a si próprio. Nenhum ser é real, senão aquele que abrange o Todo. Eis porque Deus é amor; porque Deus se ama a si mesmo.

Se o Amor vos faz sofrer, é porque ainda não encontraste vosso próprio ser, nem achastes ainda a chave de ouro do Amor, pois se amais um ser efêmero, vosso amor é efêmero.

O amor do homem pela mulher não é Amor. É algo muito diferente. O amor dos pais pelos filhos é tão-somente o limiar do sagrado templo do Amor.

Enquanto cada homem não amar a todas as mulheres, e vice-versa; enquanto cada criança não for filho de todos os pais e de todas as mães, e vice-versa, deixai que os homens se gabem das carnes e ossos que se apegam a outras carnes e ossos, mas jamais deis a isto o sagrado nome de Amor. Será blasfêmia.

Não tereis um único amigo enquanto vos considerardes inimigo ainda que seja de um único homem. Como pode o coração que abriga inimizade ser um refúgio seguro para a amizade?

Não conhecereis a alegria do Amor enquanto houver ódio no coração. Se alimentásseis com a seiva da vida todas as coisas, menos um pequenino verme, esse pequenino verme sozinho tornaria amarga vossa vida, pois quando amais alguém ou alguma coisa, em realidade somente amais a vós próprios. Do mesmo modo, quando odiais alguém ou alguma coisa, em verdade odiais a vós mesmos, pois quem ou aquilo que odiais está inseparavelmente ligado àquilo ou quem amais, como o verso e o reverso da mesma moeda. Se quiserdes ser honestos com vós mesmos tereis de amar aqueles e aquilo a quem ou a que odiais e aqueles e aquilo que vos odeia, antes de amardes o que amais e o que vos ama.

O Amor não é uma virtude. O Amor é uma necessidade; mais necessidade é do que o pão e a água; mais do que a luz e o ar.

Que ninguém se orgulhe de amar. Deveis respirar o Amor tão natural e livremente como respirais o ar para dentro e para fora de vossos pulmões, pois o Amor não precisa de ninguém que o exalte. O Amor exaltará o coração que considerar digno de si.

Não espereis recompensa do Amor. O Amor é, em si mesmo, recompensa suficiente para o Amor, assim como o ódio é, em si mesmo, castigo bastante para o ódio.

Não peçais contas ao Amor, pois o Amor não presta contas senão a si mesmo.

O Amor não empresta nem pode ser emprestado; o Amor não compra nem vende; mas quando dá, ele dá-se todo inteiro; e quando toma, toma tudo. E seu dar-se é tomar. Conseqüentemente é o mesmo, hoje, amanhã e sempre.

Assim como um poderoso rio que se esvazia no mar é reabastecido pelo pelo mar, assim deveis esvaziar-vos no Amor para que sejais para sempre enchidos de Amor.

A lagoa que retém o presente que o mar lhe dá, torna-se uma lagoa de água estagnada.

Não há "mais" nem "menos" no Amor. No momento em que tentardes graduar e medir o Amor, ele desaparecerá , deixando só amargas recordações. Nem há "agora" nem "depois", ou "aqui"e "acolá" no Amor. Todas as estações são estações do Amor. Todos os locais são próprios para serem habitados pelo Amor.

O Amor não conhece fronteiras nem obstáculos. Um Amor cuja ação é impedida por qualquer obstáculo não merece o nome de Amor. Sempre vos ouço dizer que o Amor é cego, no sentido de que não vê defeitos naquele que é amado. Essa espécie de cegueira é o máximo de visão.

Oxalá fôsseis sempre tão cegos que não encontrásseis faltas em coisa alguma!

Não! É claro e penetrante o olhar do Amor. Por isso ele não vê faltas. Quando o Amor houver purificado vossa visão, não vereis jamais nada que não seja digno de vosso Amor. Só uma vista despojada de Amor, um olho faltoso, está sempre ocupado em encontrar faltas, e quaisquer faltas que encontre, serão suas próprias faltas.

O Amor integra.

O ódio desintegra. Mesmo vosso corpo, perecível como parece ser, resistiria à desintegração, se amásseis com a mesma intensidade cada uma das células que o constituem.

O Amor é paz cheia de melodias da vida.

O ódio é a guerra ansiosa pelos satânicos golpes da morte.

Que preferis: o Amor para gozardes a paz eterna, ou o ódio para estardes sempre em guerra?



Fonte: Internet - Retirado do Livro de Mirdad

sábado, 20 de novembro de 2010

Partida Minha


Deixo como testamento
A minha essência
Diluída no que fui para cada ser

Deixo minha vontade de querer mais e melhor
De tudo que sonhei
De tudo que concretizei
De tudo que compartilhei

Deixo como testamento minha gana de Puro Amor
Meu testemunho especial de sempre acreditar
Que tudo é possível
Que o amor existe
Que a magia espiritual aqui está

Que não achem meu corpo
Porque quando sentir ser minha hora
Farei como os elefantes
Que sabendo do momento da passagem
Desviam-se da manada
Para mergulhar na solitude
E se entregar de volta à plenitude

Neste momento único e singelo
Me entregarei à meditação
E me dissolverei na Real Essência

Serei eu, o próprio Absoluto
Nada de adorações ao corpo inerte
Nem choros desesperados pelo que não volta mais
Mesmo parecendo difícil sorriam por mim
Cantem e dancem felicitando meu divino retorno
Se contentem por minha passagem
De volta aos reinos mais belos e magníficos

Desejo que todos saibamos aceitar
E entender que morrer é renascer
Sendo assim um momento mágico
Em alegria por aquele que se elevou
Vibrem só pensamentos de luz e benção
Por quem fica, o bondoso desapego
Deixando quem necessita seguir
Para os céus da unicidade do Ser

Serei mais uma estrela no céu
Ou um beija-flor encantado
Ou um anjo manisfestado

Em tudo que há

Serei o que quiseres
Uma flor, uma árvore, um pouso seguro
Ou uma nuvem que vem e passa

Serei eu um sorriso de amor
Um anjo a te beijar silenciosamente
Que te visitará na brisa matutina

Sempre que fechares os olhos
Percebendo a ternura da saudade
Assim te mostrarei
Que estaremos sempre juntos
Saiba que neste especial instante
Na profundidade de tão belo
Sentimento de bem-querer

Serei eu, uma chispa de divina luz
A te abraçar carinhosamente
Acalentando teu coração
E te enchendo de pura devoção
Na força da benção imortal de eternamente Ser!

Eu sou o outro em você
Metade de mim estará sempre me ti
A outra metade também
E somos a completa existência
Todos um com todo o Universo

Feche teus olhos
E novamente seremos um
Em profundo amor sublime...

* * *

por mim, Átma

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Aqui e agora, EU SOU!


Como pode expressar-se em palavras
a verdadeira natureza da natureza?
Ela não pode descrever-se.
As palavras somente conseguem indicar
a direção em que ela se encontra.

Kaulavaliya Tantra



- ONDE VOCÊ ESTÁ? Aqui.

-QUE HORAS SÃO? Agora.

-QUEM É VOCÊ? Esse momento!

Caminho das Belezas

"Caminho com a beleza diante de mim
Caminho com a beleza atrás de mim
Caminho com a beleza ao meu lado
Caminho com a beleza acima de mim
Caminho com a beleza abaixo de mim
Caminho com a beleza dentro de mim
Procuro, vejo e louvo a beleza em tudo que existe!"

(Uma oração dos índios navajos)



Ensina-me a reunir
Os fragmentos da minha alma,
Resgatando meu potencial perdido.
Eu busco a unidade.

Permita-me encontrar o perdão,
E abraçar uma nova forma de ser,
Abrindo mão da dor e da raiva
Contra todos que me feriram.

Permita-me curar meu corpo humano,
O veículo sagrado da alma,
Curando todas as desarmonias
Encontradas na Tigela da Cura.

Permita-me a coragem necessária
Para enfrentar os inimigos interiores
Curando minhas fraquezas,
E honrando a guerreira que ali está.

Permita-me honrar a promessa sagrada,
De ser leal à minha busca de totalidade,
Sem nunca abandonar minhas Curas,
Nem o coração que bate em meu peito.

- Jamie Sans – “Dançando o Sonho” – Ed Rocco

* * *

OM Tat Sat OM

Tat Twan Asi, assim é!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Samádhi em poesia


Levantados os véus de luz e sombra,
Evaporada toda a bruma de tristeza,
Singrado para longe todo o amanhecer de alegria transitória,
Desvanecida a turva miragem dos sentidos.

Amor, ódio, saúde, doença, vida, morte:
Extinguiram- se estas sombras falsas na tela da dualidade.

A tempestade de maya serenou
Com a varinha mágica da intuição profunda.

Presente, passado, futuro, já não existem para mim,
Somente o Eu sempiterno, onifluente, Eu, em toda parte.

Planetas, estrelas, poeira de constelações, terra,
Erupções vulcânicas de cataclismos do juízo final,
A fornalha modeladora da criação,
Geleiras de silenciosos raios X, dilúvios de elétrons ardentes,
Pensamentos de todos os homens, pretéritos, presentes,
Futuros,
Toda folhinha de grama, eu mesmo, a humanidade,
Cada partícula da poeira universal,
Raiva, ambição, bem, mal, salvação, luxúria,
Tudo assimilei, tudo transmutei
No vasto oceano de sangue de meu próprio Ser indiviso.

Júbilo em brasa, freqüentemente abanado pela meditação,
Cegando meus olhos marejados,
Explodiu em labaredas imortais de bem-aventurança,
Consumiu minhas lágrimas, meus limites, meu todo.

Tu és Eu, Eu sou Tu,
O Conhecer, o Conhecedor, o Conhecido, unificados!

Palpitação tranqüila, ininterrupta, paz sempre nova,
Eternamente viva.

Deleite transcendente a todas as expectativas da imaginação,
Beatitude do samadhi!

Nem estado inconsciente,
Nem clorofórmio mental sem regresso voluntário,
Samadhi amplia meu reino consciente
Para além dos limites de minha moldura mortal
Até a mais longínqua fronteira da eternidade,
Onde Eu, o Mar Cósmico,
Observo o pequeno ego flutuando em Mim.

Ouvem-se, dos átomos, murmúrios móveis;
A terra escura, montanhas, vales são líquidos em fusão!
Mares fluidos convertem-se em vapores de nebulosas!
Om sopra sobre os vapores, descortinando prodígios.

Mais além,Oceanos desdobram-se revelados, elétrons cintilantes,
Até que ao último som do tambor cósmico,
Transfundem- se as luzes mais densas em raios eternos
De bem-aventuranç a que em tudo se infiltra.

Da alegria eu vim, para a alegria eu vivo, na sagrada alegria,
Dissolvo-me.Oceano da mente; bebo todas as ondas da criação.

Os quatro véus do sólido, líquido, gasoso, e luminoso,
Levantados.

Eu, em tudo, penetro no Grande Eu.

Extintas para sempre as vacilantes, tremeluzentes sombras,
Das lembranças mortais:
Imaculado é meu céu mental – abaixo, à frente e bem acima;
Eternidade e Eu, um só raio unido.

Pequenina bolha de riso, eu,Converti-me no próprio Mar da Alegria.

* * *

Paramahamsa Yogananda

Prece do Amor Puro


Prece do Amor Puro

Amor puro que reina sobre todo o Universo.
Enche plenamente meu coração e meu corpo
Afim de que eu possa amar com todas as minhas forças
Ao Divino Senhor da Criação,
ao meu próximo e a todos os seres viventes.


Divino Mestre!
Dou graças por tudo que fazes por mim.
Deposito em Ti toda a minha confiança
e todas as minhas esperanças.
Sabedoria Divina!

Reflete-Te continuamente em meu espírito.
Sê minha chama, meu amparo e meu guia.
E assim, marcharei firmemente, no caminho da Justiça e da Verdade.

~ autor desconhecido

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Medite, medite, medite...


”Nadar rio acima é muito difícil, mas cada braçada o faz chegar mais perto da meta e não mais distante. Para superar a exaustão, deve-se ter a jangada chamada meditação (dhyáana). Pela meditação, a fraqueza do corpo físico pode ser superada, a instabilidade de mente pode ser controlada e o progresso em direção à morada da Graça é facilitado. Pode-se, então alcançar a Divindade”.

Sathya Sai Baba

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Apesar...


“Atire ao rio uma pedra que você considere linda....Ela ainda é bela embora você não a veja. Será bela ainda,quando os peixes se tiverem esquecido dela, as plantas da água a encobrirem e ninguém mais, a não ser você e eu, souber que ela já existiu! Saber que vimos e que desfrutamos é saber que o poderemos fazer de novo”

Morris West