Recorda desde a divina matriz o real propósito a que vens AQUI e pelo qual AGORA te manifestas!

Enquanto um diz: Namastê, te saúdo e te reconheço como a sagrada divindade. Em outro lugar, o outro pulsa: In lake´sh, eu sou o outro em você a serviço planetário da compreensão, da aceitação, da cura, da libertação e da realização.

Aquele que tudo vê, nos inspira e responde: "Com visão e esperança danço e canto para o coração divino." Acredito que assim nasce o puro, verdadeiro e divino AMOR, nossa responsabilidade básica.

Aqui e agora é tudo que existe de ETERNO. Respiro e sinto o que simplesmente É e dentro dessa Eternidade, a lembrança IMORTAL: SOMOS UM na Divina Presença.

Seja uno com cada ser-elemento manifesto e a gratidão lhe conecta na fonte de amor e alegria infinita, paz e compaixão infinita, paciência e tolerância infinita.

No espelho do ser, o reflexo D´eus. A união do Todo se traduz num som... OM... AMEM... silêncio!

OM TAT SAT OM...


segunda-feira, 7 de março de 2011

Porque um Círculo de Mulheres?




Mulheres são tecelãs
Tecem sonhos com fios de lágrimas...

Mulheres são tecelãs.
Tecem vidas em suas barrigas
Com esperanças e alegrias infantis.

Mulheres são feiticeiras.
Inventam magias e encantamentos.
E atraem e cativam com um simples olhar.

Mulheres são meninas.
Acreditam em príncipes e finais felizes.

Mulheres são guerreiras
Enfrentam a luta com galhardia.
E não esmorecem mesmo quando cansadas.

Mulheres são sabias.
Trazem em si toda a sabedoria do mundo.
Trazem o repartir entre os filhos,o pão,o carinho e o próprio tempo.

Mulheres são especiais.

Mulheres são seres próximos dos Deuses.

Mulheres são mães.

A mais perfeita tradução do mistério da eternidade da alma.

* * *

Rita Licks

sábado, 5 de março de 2011

MUDAR

"Mude, mas comece devagar,
porque a direção
é mais importante que a velocidade...

Ame muito, cada vez mais,
de modos diferentes."


Mude, mas comece devagar,
porque a direção é mais importante
que a velocidade.

Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.

Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
ande por outras ruas,
calmamente,
observando com atenção
os lugares por onde
você passa.

Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.

Tire uma tarde inteira
para passear livremente na praia,
ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.

Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas
e portas com a mão esquerda.

Durma no outro lado da cama...
depois, procure dormir em outras camas.

Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais...
leia outros livros,
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.

Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia
numa outra língua.

Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores,
novas delícias.

Tente o novo todo dia.
o novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo jeito,
o novo prazer,
o novo amor.
a nova vida.

Tente.

Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida
compre pão em outra padaria.

Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.

Escolha outro mercado...
outra marca de sabonete,
outro creme dental...
tome banho em novos horários.

Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.

Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.

Troque de bolsa,
de carteira,
de malas,
troque de carro,
compre novos óculos,
escreva outras poesias.

Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.

Vá a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visite novos museus.

Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.

Seja criativo.

E aproveite para fazer uma viagem
despretensiosa,
longa, se possível sem destino.

Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas,
mas não é isso o que importa.

O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.

Só o que está morto não muda !

Repito por pura alegria de viver:
a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não
vale a pena!!!!"

* * *

Clarice Lispector

sexta-feira, 4 de março de 2011

Amem onde vocês estão porque é aí onde o amor reside...




Dentro da polaridade que é a vida na terceira dimensão, cada pessoa e cada situação são julgadas como amorosas ou detestáveis, com opiniões diferentes acerca do valor das bênçãos, e vocês amam ou detestam essa situação, baseados nessas opiniões. Esse é um aspecto da polaridade da terceira dimensão que vocês acreditam que lhes dá o controle sobre a realidade, ao limitar a presença do que vocês não gostam, e incentivar a criação daquelas coisas que vocês amam e pelas quais são abençoados. Todavia, essa é a sua maior limitação para experimentar a plenitude da vida e do amor.

A capacidade de amar depende da sua disposição em liberar o julgamento, amar todas as coisas onde vocês estejam e abster-se de entrar na energia da polaridade, e decidir se pode amá-las ou não, apoiados nas suas emoções. Porque as emoções são também energias da terceira dimensão, que permitem que vocês julguem o amor e limitem como vocês amam. Quando amam de modo incondicional, vocês sentem amor por todas as coisas, sem julgamento. Isso é fácil de fazer com aquelas coisas que lhes trazem alegria e menos fácil com os aspectos mais desafiadores da vida.

Entretanto, se vocês amam conforme o Criador os ama, vão aprender a amar onde vocês estão, a cada momento, e a lembrar-se de que à medida que amam cada momento, o seu amor se expande para o próximo. Se não puderem amar o momento presente, vocês limitam o amor que está disponível tanto no momento atual quanto no próximo. Podem amar o caminho que criaram, porque tudo é sua criação. Vocês são cocriadores com o universo das coisas que amam e das coisas que detestam: dos medos, das dúvidas e da confusão, bem como da alegria, da paz e das bênçãos. Todos são sua criação e todos são dignos do seu amor.

Cada momento é um simples sopro na sequência contínua que é a sua existência e não é diferente em termos de potencial de qualquer outro momento. É a sua disposição para amar onde vocês estão, a cada momento, que os conecta com as vibrações mais elevadas ou as mais baixas presentes em cada momento. O potencial de vibração do próximo momento reside dentro dele. Quando vocês amam onde estão, a cada momento, estão criando a partir do potencial mais elevado de cada momento e criando uma vibração de amor que expande o potencial da sua vida para a vibração energética mais elevada.

Amem onde vocês estão
porque é aí
onde o amor reside,
não no futuro ou no passado,
mas no momento
em que vocês são abençoados
ou desafiados a amar.





quinta-feira, 3 de março de 2011

Despertar o amor divino!!!

E que todos os seres sejam felizes em paz e harmonia, na luz do despertar esse amor desinteressado, pleno e infinito!!!

OM Tat Sat



http://www.youtube.com/watch?v=vf_BG4gVzEE

PRABHU AAP JAGO MERE SARVE JAGO

DEUS DESPERTE EM MIM!!!

...

O Amor Triunfou Sobre A Morte

"Se, na escuridão,
a mente nunca vacila,

se o amor
e a saudade nunca enfraquecem,
então você provou a si mesmo
que tem o amor de Deus."
Sri Gyanamata


A História de Savitri

Esta é a história de uma das mulheres mais castas do planeta. Muitos sábios a mencionam como exemplo da mulher ideal a ser seguido.

Havia um rei chamado Asvapati, que tinha uma filha tão formosa e meiga, que lhe deram o nome de Savitri, que está ligado a uma oração sagrada dos Vedas. Quando era jovem e seguindo os costumes ksatryas, seu pai mandou-lhe escolher seu marido. Savitri aceitou o conselho de seu pai. A carruagem real, acompanhada de uma brilhante escolta e antigos potentados que dela cuidavam, visitou várias cortes vizinhas e outros reinos distantes, sem que nenhum príncipe conseguisse sensibilizar seu coração.

Aconteceu que a comitiva passou por uma ermida localizada em um daqueles bosques da Índia antiga, no qual a caça era proibida, de sorte que os animais que ali viviam tinham perdido todo o medo do homem e até os peixes dos lagos apanhavam com a boca migalhas de pão, que lhes eram dadas com as mãos. Havia milhares de anos que não se matava nenhum ser daquele bosque; os sábios e anciãos desgostosos do mundo lá se retiravam, a fim de viverem em companhia dos cervos e das aves, entregando-se à meditação e aos exercícios espirituais pelo resto de suas vidas.

Nesta época, um rei chamado Dyumatsena, já velho e cego, vencido e destronado por seus inimigos, refugiou-se no bosque fechado com sua esposa rainha e seus filhos, dos quais o mais velho se chamava Satyavan. O rei e sua família ali viviam de forma ascética, em rigorosa penitência.

Na Índia antiga, era costume que todo rei ou príncipe, por mais poderoso que fosse, ao passar pela ermida de um varão sábio e santo retirado do mundo, ali se detivesse para tributar-lhe homenagens; tais eram o respeito e a veneração que os reis prestavam aos yogis e rishis.

O mais poderoso monarca da Índia sentia-se honrado, quando podia demonstrar sua descendência de algum yogi ou rishi que tivesse vivido no bosque, alimentando-se de frutas e raízes e coberto de andrajos.

Assim, quando se aproximavam a cavalo de alguma ermida, apeavam muito antes de chegar a ela e andavam a pé até o local onde estava o eremita. Quando viajavam de carruagem ou armados, também desciam e desvencilhavam-se de seus paramentos militares e depois entravam na ermida, pois era costume que ninguém entrasse naqueles retiros ou ashramas sagrados com armamentos militares, mas sim com uma atitude serena, pacífica e humilde.

Fiel ao costume, Savitri entrou na ermida do bosque sagrado e, ao ver Satyavan, filho do rei destronado e eremita, ficou profundamente apaixonada por ele. Antes, ela havia desprezado os príncipes de todas as cortes e unicamente o filho do destronado Dyumatsena havia lhe arrebatado o coração.

Quando a comitiva voltou à corte, o rei Asvapati perguntou à filha:
- Diz-me, Savitri querida, vistes alguém digno de ser teu esposo?

- Sim, pai querido – respondeu Savitri, ruborizada.

- Qual é o nome do príncipe?

- Já não é príncipe, meu pai, porque é filho do rei Dyumatsena, que perdeu o seu reino. Não tem patrimônio e vive como um sannyasi no bosque, colhendo ervas e raízes para alimentar-se e manter seus velhos pais, com os quais mora numa cabana.

Ao ouvir o relato dos lábios de sua filha, o rei Asvapati consultou o sábio Narada, que se achava presente. Narada declarou que aquela escolha era o mais funesto presságio que a princesa poderia ter. O rei pediu a Narada que explicasse os motivos de sua declaração e ele respondeu:

- Daqui a um ano este jovem morrerá.

Aterrorizado por este vaticínio, o pai disse à filha:
- Pensa, Savitri, que este jovem que escolhestes morrerá dentro de um ano e ficarás viúva. Desiste da escolha, filha minha; não te cases com um jovem de tão curta vida.

Contudo, Savitri respondeu:
- Não importa, meu pai. Não me peças que me case com outro e sacrifique a castidade da minha mente, porque em meu pensamento e coração, amo o valente e virtuoso Satyavan e o escolhi para esposo. Uma donzela escolhe uma só vez e jamais quebra sua fidelidade.

Ao vê-la tão decidida, o pai resignou-se à vontade de Savitri que, desta forma, casou-se com o príncipe Satyavan e deixou tranqüilamente o palácio do seu pai para viver na cabana do bosque com o eleito do seu coração, ajudando-o a sustentar seus velhos pais. Embora Savitri soubesse quando seu marido iria morrer, sobre isto guardou estrito segredo.

Todos os dias, Satyavan entrava no bosque para colher frutas, flores e reunir feixes de lenha, voltando com a carga para a cabana, onde sua esposa preparava sua refeição.

Assim transcorria o tempo, até que três dias antes da data fatal, a moça resolveu passar três dias e três noites em completo jejum e fervorosas orações, sem deixar transparecer sua angústia e ocultando suas lágrimas. Finalmente, amanheceu o dia marcado pelo presságio e, não querendo perder de vista seu marido nem por um momento, Savitri solicitou e obteve dos seus pais permissão para acompanha-lo, quando ele saísse para a colheita diária de ervas, raízes e frutas silvestres no interior do bosque. Assim foi feito.

Estavam os dois no bosque quando, com voz enfraquecida, Satyavan queixou-se à sua esposa dizendo:
- Querida Savitri, sinto-me aturdido, meus sentidos se esvaem e o sono me invade. Deixa-me repousar um pouco ao teu lado.

Trêmula e assustada, Savitri replicou:
- Meu amado, vem e repousa tua cabeça em meu colo.

Satyavan reclinou a cabeça ardente no colo de sua esposa e, instantes depois, exalou seu último suspiro.

Abraçada ao cadáver do seu marido, desfeita em lágrimas, Savitri permaneceu na solidão do bosque, sentada no chão, até que chegaram os emissários da morte para levar a alma de Satyavan.

No entanto, nenhum deles pode acercar-se do local onde estava Savitri com o cadáver de Satyavan, porque ardia um círculo de fogo que rodeava a união formada pela vivente e seu marido morto.

Por esta razão, os emissários voltaram até onde se encontrava Yamaraja, o semideus da morte, e explicaram-lhe porque não puderam trazer a alma de Satyavan.

Assim sendo, Yamaraja foi pessoalmente ao bosque e, como era um semideus, conseguiu atravessar sem perigo o círculo de fogo e aproximar-se do local em que estava Savitri. Lá chegando, disse a ela:
- Minha filha, entrega-me este cadáver, pois já sabes que a morte é o destino de todo mortal. A morte é o destino irrevogável do homem.

Savitri deixou o cadáver do seu marido e Yamaraja, tirando-lhe a alma, com ela se afastou; porém, não havia andado muito, quando ouviu atrás de si passos sobre as folhas secas. Ao voltar-se, viu Savitri, a quem disse com paternal ternura:
- Savitri, minha filha, por que me segues? Este é o destino de todos os mortais.

Savitri respondeu:
- Não sigo a ti, senhor meu, porque o destino da mulher é ir onde seu amor a leva; a lei eterna não separa o amoroso esposo da fiel esposa.

Então Yamaraja disse:
- Pede-me a graça que quiseres, menos a vida do teu marido.

Ao que ela respondeu:
- Se desejas outorgar-me uma graça, Ó semideus da morte, peço-te que devolvas a vista de meu sogro e que ele seja feliz.

Yamaraja replicou:
- Cumpra-se teu piedoso desejo, respeitosa filha.

E ele seguiu seu caminho com a alma de Satyavan. Novamente ouvindo passos, voltou-se e viu que Savitri ainda o acompanhava.
- Savitri, minha filha, ainda me segues?

- Sim, meu senhor; nada posso fazer, pois embora me esforce por voltar, a mente corre atrás do meu marido e o corpo obedece. Tens a alma de Satyavan e como sua alma também é minha, meu corpo a acompanha.

Então, Yamaraja disse:
- Agradam-me tuas palavras, formosa Savitri. Pede-me outra graça, menos a vida do teu marido.

- Se vos dignares a conceder-me outra graça, faze com que meu sogro recupere seu reino e suas riquezas.

- Concedo-te, filha amorosa, mas volta para seu lugar, porque nenhum ser vivente pode andar em companhia de Yamaraja.

E o semideus da morte seguiu seu caminho. Contudo, Savitri insistia em acompanha-lo e, voltando-se, Yamaraja com ela dialogou:
- Nobre Savitri, não me sigas com tua dor sem esperança.

- Não tenho remédio, senão ir para onde levas meu marido.

- Suponha, Savitri, que teu marido foi um perverso e que o levo para o inferno. Irias acompanhar teu marido?

- Iria alegre para onde ele fosse, quer na vida, quer na morte, seja no céu, seja no inferno.

- Benditas sejam tuas palavras, minha filha. Deixaste-me comovido. Pede-me outra graça, que não seja a vida de teu marido.

- Pois, já que me permites pedir-vos, faze com que não se quebre a régia estirpe do meu sogro e que seu reino seja herdado pelos filhos de Satyavan.

Yamaraja sorriu e disse:
- Filha minha, teu desejo será cumprido. Aqui tens a alma do teu marido. Ele voltará a viver e será pai dos teus filhos que, com o tempo, serão reis. Volta para tua casa. O amor triunfou sobre a morte. Jamais mulher alguma amou como tu e és a prova de que até eu, o semideus da morte, nada posso contra a força de um verdadeiro e perseverante amor!

Srila Prabhupada também contava esta história e sempre que se quer falar do exemplo de uma esposa ideal, os sábios contavam a história de Savitri, uma das mulheres mais castas e virtuosas da cultura védica.

* * *

Texto enviado por Kesava Kasmiri Das

Porque SOU



E desde então, sou porque tu és

E desde então és

sou e somos...

E por amor

Serei... Serás...Seremos...

...

Pablo Neruda

quarta-feira, 2 de março de 2011

Diferenças entre Religião e Espiritualidade...



A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.

A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer, querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.

A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.

A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: “aprende com o erro”.

A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!

A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e portanto é Deus.

A religião inventa.
A espiritualidade descobre.

A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.

A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.

A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.

A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência.

A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.

A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.

A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.

A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.

A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.