Recorda desde a divina matriz o real propósito a que vens AQUI e pelo qual AGORA te manifestas!

Enquanto um diz: Namastê, te saúdo e te reconheço como a sagrada divindade. Em outro lugar, o outro pulsa: In lake´sh, eu sou o outro em você a serviço planetário da compreensão, da aceitação, da cura, da libertação e da realização.

Aquele que tudo vê, nos inspira e responde: "Com visão e esperança danço e canto para o coração divino." Acredito que assim nasce o puro, verdadeiro e divino AMOR, nossa responsabilidade básica.

Aqui e agora é tudo que existe de ETERNO. Respiro e sinto o que simplesmente É e dentro dessa Eternidade, a lembrança IMORTAL: SOMOS UM na Divina Presença.

Seja uno com cada ser-elemento manifesto e a gratidão lhe conecta na fonte de amor e alegria infinita, paz e compaixão infinita, paciência e tolerância infinita.

No espelho do ser, o reflexo D´eus. A união do Todo se traduz num som... OM... AMEM... silêncio!

OM TAT SAT OM...

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Uma poesia do Ser Essencial

Contigo aqui estou
Em cada gota do orvalho e em cada gota da chuva,
Em cada fluir da cachoeira e em cada fluir do rio ao mar,
Em cada raio do sol e em cada raio do luar,
Em cada poeira da terra e em cada pó que o vento carrega,
Em cada folha da árvore e em cada flor do jardim,
Em cada ser animado e em cada ente inanimado,
Em cada existência que vive e em cada essência que morre,
Em cada aparente personalidade e em cada escondida pessoa,
Em cada cheia e em cada seca,
Em cada pedra no caminho e em cada buraco na trilha,
Em fenda aberta e em cada ferida curada,
Em cada amanhecer e em cada anoitecer no alvorecer do SER,
Ainda, aqui estou
Em cada sorriso e em cada lágrima,
Em cada olhar do menino e em cada abraço da menina,
Em cada beijo roubado e em cada beijo dado,
Em cada porta que se abre e em cada janela que se fecha,
Em cada carinho da brisa e em cada conselho do vento,
Em cada palavra e em cada pensamento,
Em cada imagem e em cada sentimento,
Em cada passo e em cada pausa,
Em cada respirar e em cada sintonia
Que se preza em cada conexão que se encontra e que se perde
Continuo...
E em cada vice-versa, aqui estou, ainda,
Em todos os cada de tudo e em nenhum cada de nada
Daquilo que circula no que permanece impermanente
E sigo, contigo, em cada instante que tu existir...

Quem sou EU?

"Sábio entre os homens, devoto

e perfeito realizador de toda a obra é aquele

que pode ver a inação na ação e a ação na inação. "Sri Krishna

Não há nenhum centro no ser humano, apenas a existência tem um centro.

Ao aprofundar na questão “quem sou eu” não achamos resposta, mas simplesmente vemos que não há nenhum eu, nenhum centro. Assim o corpo e a mente ficam no seu verdadeiro lugar (de onde nunca saíram), caindo assim conceitos como interior e exterior, “eu” e “você”.

Se entrarmos em uma onda, veremos que é o mesmo interior do oceano, o que somos é o oceano.

No seu “mim”, eu e o todo estamos incluídos e vice-versa. Existe o âmago e a casca apenas aparenta existir, pois na periferia tudo muda, por isso tudo somente “pisca” brevemente entre duas inexistências.

O centro nunca muda, é eterno. Até mesmo passado, presente e futuro são irrelevantes pois pertencem ao tempo.No fundo não somos nem temporais, nem espaciais, nem temos objetivos, nem causa, porque só o que muda está sujeito a essas regras.

Algo como o Hatha Yoga, pode harmonizar o seu corpo, preparando para o Raja Yoga, que tornará mais fácil de sua mente absorver isso (Jñana Yoga), embora nada disso seja um critério necessário. Mas ambos podem permitir ao leigo um terreno fértil para o Jñana Yoga, o centramento no imutável.

Quando nos centramos no imutável, o contínuo acontecer será algo como uma brincadeira, sem nenhuma tensão, porque não faz diferença. Mas só realmente não fará diferença para aquele que compreendeu isso e não está mais em tensão. Fora isso o engano prevalece pois o ego (ahamkara) apesar de ilusório, iludirá uma tensão. A questão é ver isso como ilusão.Para haver tensão é necessário haver identificação, que precisa de um ego que surge quando há um agente e um objetivo.

Por acaso no centro, onde nada está mudando, agente e objetivo são relevantes? Os pensamentos, por exemplo, são insignificantes, pois não há como interferir. E quando vemos que as coisas simplesmente acontecem, apenas ser será o suficiente, apenas acontecer junto (até mesmo porque não temos escolha).

Tudo está acontecendo eternamente e nessa sucessão de acontecimentos não há agente, apenas acontecimentos.O “eu faço” vem da memória, mas na observação pura, acontecimentos e não-acontecimentos não fazem diferenças. Apenas sendo um não-agente, absolutamente passivo, sucesso e fracasso, raiva e amor, “quebrando-o-pau” e “tudo-em-paz”, bondade e maldade, certo e erado são acontecimentos e não um fazer. No fundo não há nenhum fazer e deixar-se iludir por isso (mente) traz tensão.

O que você ganhou com sua louca atividade constante até agora? Tente assim! Agora! O que tem a perder? Não estou falando de passividade física, mover-se ou não é irrelevante, a verdadeira passividade é ver essa questão bem clara e ver que não há agente.

As ações do corpo são determinadas pelos pensamentos, os quais você não comanda. E para ver isso é só perceber que sua mente será condicionada pelo próximo pensamento, que você nem sabe qual será, ele será jogado de algum lugar na sua mente. Que tipo de controle você pensa que tem? Você pode escolher se permite sua mente ser mais atenta, relaxada, sem expectativas ou regras, isso trará o terreno ideal para a Visão. E quando houver a visão de que você sempre foi essa consciência cósmica, eu te perguntarei: onde esta tensão?

Aí você passou pelo “Esclarecimento” de sua mente, aos poucos será “Absorvido” por isso. É um tempo até corpo e mente assimilarem. Então tudo será um filme de comédia, até mesmo a própria tensão. Você brincará com a ilusão e saberá, pela sua própria vivência, o que é real.

Nada!

(enviado por alguém)

L'Amour...

"Eu relaxo e deixo de lado todos as perturbações mentais,
permitindo que Deus expresse através de mim
Seu amor perfeito, paz e sabedoria"
Paramahansa Yogananda, Afirmaçoes de Cura

O Amor...
Valentim foi um grande Mestre do Amor. Foi um primitivo Cristão Gnóstico do Século II, depois de Cristo e fundou uma grande escola com ramificações no Oriente e Ocidente, denominada a escola dos Valentinos.

Estudava o Esoterismo Crístico em todos seus aspectos e ensinava sobre o Milagre do Amor.Seu nome tem perdurado até nossos dias como símbolo do amor, celebrando-se em muitos países o “Dia de São Valentim”, na data de 14 de fevereiro, como Dia dos Namorados.

O Amor é a melhor Religião exeqüível. Hermes Trismegisto, o “Três vezes grande Deus Íbis de Thot”, disse: “Dou-te Amor, no qual está contido todo o Sumum da Sabedoria”.

O Amor é uma infusão ou uma emanação energética que brota do fundo da consciência, produzindo dentro do organismo transformações maravilhosas; as glândulas endócrinas estimulam todo o organismo, produzem milhões de hormônios que invadem os vasos sanguíneos, enchendo-os de extraordinária vitalidade.

Hormônio vem da palavra grega que significa “ânsia de ser”, “força de ser”. O Amor rejuvenesce os anciões, pois suas glândulas endócrinas produzem hormônios suficientes para revitalizá-los.

O Amor em si mesmo é uma Força Cósmica, uma força universal que palpita em cada átomo, como palpita em cada sol. Os planetas do nosso sistema solar giram ao redor do Sol, atraídos incessantemente por essa força maravilhosa do amor.

Os átomos, dentro das moléculas, também giram ao redor de seus centros nucleares, atraídos por essa força formidável do amor.Nos antigos tempos, sempre se rendeu culto ao Amor, à mulher.

A mulher é o maior pensamento do Criador feito carne, sangue e vida; criada para a sagrada missão de trazer filhos ao mundo, multiplicar a espécie. A maternidade em si mesma é grandiosa.

O homem deve ser uma essência inicial de força de criação; a mulher o poder receptivo formal de qualquer criação.O homem é como um furacão; a mulher é como o vento silencioso do vôo das pombas nos templos e nas torres.

O homem em si mesmo tem a capacidade para lutar; a mulher em si mesma a capacidade para sacrificar-se.Ambos, homem e mulher são as duas colunas do Templo.Essas colunas não devem estar muito distantes, nem muito próximas, deve haver um espaço para que o amor passe entre elas.

Saiba mais dessa bela história de nós mesmos em http://www.gnose.org.br/conteudo.asp?id=49&texto=4911&tipomenu=h&titulo=

beijOM