Recorda desde a divina matriz o real propósito a que vens AQUI e pelo qual AGORA te manifestas!

Enquanto um diz: Namastê, te saúdo e te reconheço como a sagrada divindade. Em outro lugar, o outro pulsa: In lake´sh, eu sou o outro em você a serviço planetário da compreensão, da aceitação, da cura, da libertação e da realização.

Aquele que tudo vê, nos inspira e responde: "Com visão e esperança danço e canto para o coração divino." Acredito que assim nasce o puro, verdadeiro e divino AMOR, nossa responsabilidade básica.

Aqui e agora é tudo que existe de ETERNO. Respiro e sinto o que simplesmente É e dentro dessa Eternidade, a lembrança IMORTAL: SOMOS UM na Divina Presença.

Seja uno com cada ser-elemento manifesto e a gratidão lhe conecta na fonte de amor e alegria infinita, paz e compaixão infinita, paciência e tolerância infinita.

No espelho do ser, o reflexo D´eus. A união do Todo se traduz num som... OM... AMEM... silêncio!

OM TAT SAT OM...

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A Serpente Convertida - Sri Ramakrishna


Uma serpente morava em certo lugar. Ninguém se atrevia a passar por ali, pois todo aquele que o fazia era mortalmente picado no mesmo instante. Certa vez, um Mahatma (homem de alma elevada) passou pelo caminho, e a serpente correu atrás do sábio a fim de mordê-lo.

Quando, porém, a serpente se aproximou do santo homem, perdeu toda a sua ferocidade, e foi dominada pela mansidão do Yogin.

Vendo a serpente, disse o sábio: "Muito bem, amiga, pensas em me morder?"

A serpente envergonhou-se e não respondeu. Então disse o sábio: "Escuta, amiga, não maltrates mais ninguém no futuro". A serpente curvou-se, mostrando que concordava.

O sábio seguiu o seu caminho, e a serpente entrou no seu buraco e, de então para diante, começou a levar uma vida de inocência e pureza, sem se quer tentar maltratar quem quer que fosse. Dentro de poucos dias, toda a vizinhança começou a pensar que a serpente perdera todo o seu veneno e já não era perigosa, e assim todo o mundo passou a persegui-la.

Alguns a apedrejavam outros a arrastavam pela cauda impiedosamente, e, desse modo, não tinham fim os seus padecimentos.

Felizmente, o sábio tornou a passar pela estrada e, vendo como a boa serpente se encontrava ferida e maltratada, sentiu-se muito comovido e indagou-lhe qual fora a causa de tal coisa. Ao que a serpente respondeu: "Santo Senhor, é porque não maltrato mais quem quer que seja, seguindo o vosso conselho. Mas, ai de mim, eles não têm misericórdia!".

Sorrindo, o sábio replicou: "Minha cara amiga, eu simplesmente te disse para não morderes quem quer que fosse, mas não te disse para não amedrontares os outros. Embora não mordas qualquer criatura, podes conservá-las a considerável distância, com o teu silvo".

Mais textos, no site: http://www.cidadaniabrasil.org/

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