Recorda desde a divina matriz o real propósito a que vens AQUI e pelo qual AGORA te manifestas!

Enquanto um diz: Namastê, te saúdo e te reconheço como a sagrada divindade. Em outro lugar, o outro pulsa: In lake´sh, eu sou o outro em você a serviço planetário da compreensão, da aceitação, da cura, da libertação e da realização.

Aquele que tudo vê, nos inspira e responde: "Com visão e esperança danço e canto para o coração divino." Acredito que assim nasce o puro, verdadeiro e divino AMOR, nossa responsabilidade básica.

Aqui e agora é tudo que existe de ETERNO. Respiro e sinto o que simplesmente É e dentro dessa Eternidade, a lembrança IMORTAL: SOMOS UM na Divina Presença.

Seja uno com cada ser-elemento manifesto e a gratidão lhe conecta na fonte de amor e alegria infinita, paz e compaixão infinita, paciência e tolerância infinita.

No espelho do ser, o reflexo D´eus. A união do Todo se traduz num som... OM... AMEM... silêncio!

OM TAT SAT OM...

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Valores: afeto, respeito, amizade, solidariedade, cooperação, carinho, atenção...




A MARGARIDA FRIORENTA (Fernanda Lopes de Almeida)

Era uma vez uma margarida em um jardim.Quando ficou de noite a margarida começou a tremer.Aí passou a Borboleta Azul. A borboleta parou de voar.
- Por que você esta tremendo?
- Frio!
- Oh! E horrível ficar com frio! E logo em uma noite tão escura!
A Margarida deu uma espiada na noite.
E se encolheu nas suas folhas.
A Borboleta teve uma idéia:
- Espere um pouco! E voou para o quarto de Ana Maria.
-Psiu, acorde!
- Ah? E você, Borboleta? Como vai?
- Eu vou bem. Mas a Margarida vai mal.
- O que e que ela tem?
- Frio coitada!
- Então já sei o remédio. É trazer a Margarida para o meu quarto.
- Vou trazer já.
A Borboleta pediu ao cachorro Moleque:
- Você leva esse vaso para o quarto da Ana Maria?
Moleque era muito inteligente e levou o vaso muito bem.
Ana Maria abriu a porta para eles. E deu um biscoito para Moleque.
A Margarida ficou na mesa de cabeceira.Ana Maria se deitou.
Mas ouviu um barulhinho. Era o vaso balançando. A Margarida estava tremendo!
- Que e isso?
- Frio!
- Ainda? Então já sei! Vou arranjar um casaquinho para você.
Ana Maria tirou o casaquinho da boneca. Porque a boneca não estava com frio nenhum.E vestiu o casaquinho na Margarida.
- Agora, você esta bem. Durma e sonhe com os anjos.
Mas quem sonhou com os anjos foi Ana Maria. A Margarida continuou a tremer.
Ana Maria acordou com o barulhinho.
- Outra vez? Então já sei. Vou arranjar uma casa para você!
E Ana Maria arranjou uma casa para Margarida.Mas quando ia adormecendo ouviu outro barulhinho.
Era a Margarida tremendo.Então Ana Maria descobriu tudo.
Foi lá e deu um beijo na MargaridaA Margarida parou de tremer.
E dormiram muito bem a noite toda.No dia seguinte Ana Maria disse para a Borboleta Azul:
-Sabe Borboleta? O frio da Margarida não era frio de casaco não!
E a Borboleta respondeu:
- Ah! Entendi!

Reflexões:

A margarida está morrendo de frio no jardim. Mas não é falta de casaco. É um frio no coração...

Existem muitos tipos de frio, e o pior talvez seja aquele que nasce da falta de carinho. Seria esse o que a pequena margarida sentia?

Às vezes, podemos ter pessoas com o mesmo frio que a Margarida sentia pertinho de nós. Então, olhe a pessoa ao seu lado. Será que ela precisa de um carinho? Dê um abraço ou um beijinho na pessoa ao seu lado.

Agora, vamos olhar para o outro lado, para alguém que não olhamos. Ele(a) também quer um abraço ou um beijinho. Sente que há mais calor na sala, agora?

* * *


Fonte das sugestões: Filosofia para Crianças (Rita Foelcker)

3 comentários:

  1. muito interessante esse texto gostei.

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  2. eu que so prof eu amei eu pssei pros meus alunos continue postando textos assim

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